O País

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Hino Nacional

 

Canta, irmão

canta meu irmão

que a Liberdade é hino

e o Homem a certeza.

 

Com dignidade, enterra a semente

no po da ilha nua

No despenhadeiro da vida

a esperança é do tamanho do mar

que nos abraça, 

Sentinela de mares e ventos

perseverante

entre estrelas e o Atlântico

entoa o cântico da Liberdade 

 

Canta, irmão

canta, meu irmão

que a Liberdade é hino

e o Homem a certeza. 

História

 

A história refere que a descoberta de Cabo Verde se deu no século XV, mais precisamente em 1460. A colonização portuguesa começou logo após a sua descoberta, sendo as primeiras ilhas a serem povoadas as de Santiago e Fogo.  

Para incentivar a colonização a corte portuguesa estabeleceu uma carta de privilégio aos moradores de Santiago do comércio de escravos na Costa da Guiné. Em Ribeira Grande – ilha de Santiago - estabeleceu-se a primeira feitoria, que serviu ponto de escala para os navios portugueses e para o tráfego e comércio de escravos que começava a crescer por essa época.  

Mais tarde, com a abolição da escravatura e com condições climáticas pouco favoráveis devido à sua situação geográfica, o país começou a dar sinais de fragilidade e entrou em decadência tendo uma economia pobre e de subsistência.   No século XX, a partir da década de 50, começam a surgir os movimentos libertação e independentistas um pouco por todo o continente africano.

Cabo Verde vinculou-se à luta pela libertação da Guiné. A posição estratégica das ilhas nas rotas que ligavam Portugal ao Brasil e ao resto da África contribuíram para o facto dessas serem utilizadas como entreposto comercial e de aprovisionamento.  Abolido o tráfico de escravos em 1876, o interesse comercial do arquipélago para a metrópole decresceu, só voltando a ter importância a partir da segunda metade do século XX.

No entanto já tinham sido criadas as condições para o Cabo Verde de hoje: europeus e africanos uniram-se numa simbiose, criando um povo de características próprias. 

Geografia

 

Clima

O arquipélago de Cabo Verde está localizado na zona sub-saheliana, com um clima árido ou semi-árido. O oceano e os ventos alíseos moderam a temperatura. A média anual raramente é superior a 25 °C e não desce abaixo dos 20 °C.  

A temperatura da água do mar varia entre 21 °C em Fevereiro e 25 °C em Setembro.As estações do ano são fundamentalmente duas: as-águas e as-secas ou tempo das brisas.A estação chuvosa, de Agosto a Outubro, é muito irregular e geralmente com fraca pluviosidade, em especial nas ilhas de São Vicente e Sal, onde tem havido vários anos seguidos sem chuva.  

As ilhas mais acidentadas, como Santo Antão, Santiago e Fogo, beneficiam de maior pluviosidade.A estação mais seca, de Dezembro a Julho, é caracterizada por ventos constantes. A chamada bruma seca, trazida pelo vento harmatão das areias do Saara, chega a provocar a interrupção dos serviços nos aeroportos. 

Localização

Cabo Verde é um arquipélago localizado ao largo da costa da África Ocidental. As ilhas vulcânicas que o compõem são pequenas e montanhosas. Existe um vulcão activo, na ilha do Fogo, que é igualmente o ponto mais elevado do arquipélago, com 2829 m.  

O país é constituído por 10 ilhas, das quais 9 habitadas, e vários ilhéus desabitados, divididos em dois grupos:

Ao norte, as ilhas de Barlavento. Relacionando de oeste para leste: Santo Antão, São Vicente, Santa Luzia (desabitada), São Nicolau, Sal e Boa Vista. Pertencem ainda ao grupo de Barlavento os ilhéus desabitados de Branco e Raso, situados entre Santa Luzia e São Nicolau, o ilhéu dos Pássaros, em frente à cidade de Mindelo, na ilha de São Vicente e os ilhéus Rabo de Junco, na costa da ilha do Sal e os ilhéus de Sal Rei e do Baluarte, na costa da ilha de Boa Vista;

Ao sul, as ilhas de Sotavento. Enumerando de leste para oeste: Maio, Santiago, Fogo e Brava. O ilhéu de Santa Maria, em frente à cidade de Praia, na Ilha de Santiago; os ilhéus Grande, Rombo, Baixo, de Cima, do Rei, Luís Carneiro e o ilhéu Sapado, situados a cerca de 8 km da ilha Brava e o ilhéu da Areia, junto à costa dessa mesma ilha.

 As maiores ilhas são a de Santiago a sudeste, onde se situa Praia, a capital do país, e a ilha de Santo Antão, no extremo noroeste. Praia é também o principal aglomerado populacional do arquipélago, seguida por Mindelo, na ilha de São Vicente. 

Fundo Marinho

 

A fauna marinha é bastante rica e diversificada graças à limpidez e temperatura amena da água (média 25ºC) e existência de plataformas de corais, não faltando peixes multicolores.  

Cabo Verde é considerado um dos três melhores locais do planeta para apanhar o espadarte azul do atlântico, tão apreciado pelos desportistas da cana e do anzol já que cada peixe pesa em média entre 90 e 150 kg, encontrando-se devidamente certificado pelas autoridades oficiais a captura de um dos maiores exemplares do género no Mundo, com 495 kg. 

Há também boas hipóteses de apanhar outras espécies como o peixe-serra, bonito dourado e outros da família do tubarão. Inúmeras espécies permanentes de peixes podem ser vistas em diferentes épocas do ano como a dourada, salmonete, esmoregal, pargo, mero, moreia, taínha, cherne; espécies migratórias como atuns, golfinhos, cachalotes, orcas e baleias surgem repentinamente.  

A maior concentração destas espécies migratórias está localizada na zona oriental do arquipélago - Sal, Boavista e Maio por se encontrar na rota das migrações dos tunídeos que durante alguns meses do ano são relativamente abundantes. O arquipélago dispõe também de uma população sedentária de tunídeos, constituída principalmente por “Thunnus albacares” (albacora) e “Thunnus obesus” (Patudo). Entre os tunídeos migradores destaca-se o “Katsuwnus pelamis” (Gaiado) que atravessa Cabo Verde de Julho a Novembro.  

Por trás dos promontórios acontecem surpreendentes encontros com tartarugas gigantes, animal em perigo de extinção e espécie protegida que desova na ilha do Maio, de entre as cinco espécies que procuram estas ilhas.

Flora

 

Nascidas as ilhas, como resultado da actividade vulcânica submarina, o vento, as correntes marítimas e os pássaros encarregaram-se de as dotar de espécies animais e vegetais.

Com o tempo as espécies vegetais adaptaram-se ao relevo e micro-climas existentes tornando-se diferentes dos seus antepassados.   Sabe-se que em tempos a vegetação era exuberante embora sem qualquer floresta rica em madeira. A acção do homem sobre a natureza fez com que a vegetação sofresse dramática alteração. 

A criação de campos de cultivo e o desvio de cursos de água, a introdução de novas plantas de pastagem e a instalação do gado, nomeadamente cabras, e o corte de árvores e arbustos foram tão rápidas que a vegetação natural não pôde por si regenerar-se.Desde a independência de Cabo Verde têm sido desenvolvidos esforços consideráveis na protecção das espécies endémicas e na reflorestação de encostas com a finalidade de reter os solos expostos à erosão. 

A flora caboverdeana, embora não muito rica, diferencia-se, horizontalmente, de ilha para ilha, e verticalmente, conforme as altitudes nas diferentes ilhas.Nas espécies da Macaronésia encontra-se a maior percentagem das espécies vegetais endémicas de Cabo Verde, especialmente o Marmulano, o Dragoeiro, com maior concentração em São Nicolau e Brava, a Tamareira caboverdeana, a Língua de Vaca, o Tortolho, o Lantisco e a Losna, etc. 

As espécies da África tropical, principalmente das zonas sahelianas, predominam nos andares baixos.   Nesta zona encontra-se uma vegetação de transição entre a Savana (Estepe) arbórea ou herbácea, tipos relativamente secos não diferenciados, e estepe arbórea com abundância de Acácias ou outras espécies de zonas húmidas. São plantas de origem sudano-saheliano como a Calabaceira, o Poilão, o Tamarindo, a Figueira Brava, o Zimbrão, o Espinho Branco, o Bombardeiro, o Barnelo, etc.  Por sua vez, nos andares superiores, entre os 400 e os 1.400 metros, temos a vegetação húmida ou sub-húmida com culturas tropicais.

As plantas introduzidas pelo homem são mais de 200 espécies, com procedência de quase todos os continentes, cultivando-se para alimentação o milho, o feijão, a fava, a batata doce, a batata comum, o tomate, etc.Para além das plantas acima referidas existem ainda em Cabo Verde outras como a Lantuna, o Carrapato, o Sisal, a Purgueira, o Rícino, a Vinha, a Cana-de-açúcar, a Macieira, a Laranjeira e a Figueira de Portugal. 

Fauna

 

Em Cabo Verde não existem animais ferozes nem venenosos.

A fauna caboverdeana é constituída principalmente por animais domésticos e não domésticos como aves, pequenos répteis, coleópteros, insectos endémicos e aves, existindo também várias espécies de pequenos símios na ilha de Santiago.  Existem perto de cento e cinco espécies de aves terrestres e marinhas, das quais cerca de quarenta e duas reproduzem-se localmente. Neste conjunto, vinte e quatro espécies e variedades são endémicas e outras são migratórias, da Europa, como a garça-real, e África.

Uma boa parte são marinhas construindo os seus ninhos em escarpas ao redor das ilhas e ilhéus (Garça-vermelha e Milhafre, entre outras). Das espécies raras ou em via de extinção convém salientar o pato marmoreado, saltador e asa curta ou milhafre.   Das aves de rapina destacamos o falcão, a francelha ou falilie, a coruja e o minhoto.  

Das espécies consideradas úteis, existem “tchotas” (aves insectívoras), pardal de algodoeiro, pardal da barbaria, passarinha de pena azul, corvo, garças e calhandra do ilhéu Raso.Entres as variedades de répteis destacam-se os lagartos e as lagartixas, na sua grande maioria espécies endémicas. O lagarto mais célebre é o Macrocincus coctei (lagarto gigante), pode atingir 50 cm de comprimento, é uma espécie muito rara e o risco de se extinguir é eminente.</br></div>",

Gastronomia

 

Rica, variada e saborosa. Assim se pode definir a gastronomia de cabo-verdiana, que tem para lhe oferecer inúmeros pratos, resultantes de influências muito distintas que foram chegando ao arquipélago, ao longo dos séculos.  

A grande referência da tradição gastronómica cabo-verdiana está na cachupa, um prato confeccionado à base de peixe, milho e feijão, às vezes só milho e toucinho. Com o passar dos anos os locais forma introduzindo vegetais e carnes, que lhe conferem um sabor muito particular. Os sabores de Cabo Verde passam também pela qualidade e diversidade de peixes e mariscos existentes nas Ilhas, que fazem as delícias dos visitantes.   Os queijos e os doces também se inscrevem na tradição culinária do país.

A refeição não fica completa sem um bom vinho do Fogo, ou o típico grogue, uma bebida alcoólica feita à base de fermentação da cana-de-açúcar, rematando, no final, com o famoso e delicioso café da ilha do Fogo.”

Desporto e Lazer

 

Cabo Verde proporciona inúmeros pontos de interesse relacionados com a natureza. Podemos dividi-los em três categorias: aquáticos, montanhistas e nocturno/gastronómicos.

No que diz respeito aos primeiros, os visitantes podem gozar as maravilhosas praias de areia branca e fina onde preguiçosamente se podem estender sob o esplendoroso sol cabo-verdiano, aproveitando para dar um mergulho em águas tépidas e azuis.  

Aqueles que pretendem mais agitação têm ao seu dispor inúmeras actividades náuticas, como a pesca, onde se inclui a pesca de alto mar, às grandes espécies; o mergulho, que vai do simples mergulho até à pesca submarina, passando por safaris fotográficos entre as inúmeras espécies piscícolas e a visita aos corais ou mesmo aos navios afundados nas costas de Cabo Verde. Não precisa de levar equipamento, pois existem muitas empresas que alugam este material. Se quiser iniciar-se nestas actividades pode contratar instrutores que o formam nestas artes.  

Pode praticar ou iniciar-se no windsurf, bodyboard, ou surf com as mesmas facilidades e comodidades referidas em relação ao mergulho. Quem prefere o campo, ou alternar o campo com a praia, tem numerosos itinerários ao seu dispor, principalmente em zonas montanhosas e de vales profundos, com ou sem guia. Pode ainda optar por passear a cavalo ou de bicicleta, ou ainda praticar ténis ou golfe, estas duas modalidades em São Vicente

Música

 

O povo cabo-verdiano não havia de construir excepção com influência da cultura desde a sua origem. O cabo-verdiano tem reconhecido o valor das músicas, pois esta foi certamente fiel companheira desde os tempos antigos, tendo desta forma a sua própria dialéctica como nova entidade no palco da história.O viver do povo cabo-verdiano é mostrado nas mornas cantadas, resultante do quotidiano.  

A música sempre teve peso para o povo cabo-verdiano, abarcando a totalidade da circunstância da vida, da fome a fartura, da partida ao regresso, da alegria e da tristeza, da dor a euforia, da morte a vida e da realidade.  

Hoje a música cabo-verdiana tem um destaque muito importante quer a nível nacional, pois hoje não se canta somente os géneros de músicas tradicionais, mas também trazem na bagagem vários estilos de músicas como o zuck, o regaton, o rap e o hip-hop. Apesar de em cabo verde dotar novos estilos de músicas, existe jovens talentos como a Mayra Andrade que apesar de muito jovem já é conhecida em vários países ela já cantou e encantou em vários concursos internacionais, fazendo com que a música cabo-verdiana seja conhecida por toda parte do mundo. 

Para os cabo-verdianos é bom que a sua cultura mesmo que seja representada na música seja conhecida pelo mundo afora.Não só a Mayra como também, a Diva dos pés descalços que é uma das mais importantes artista cabo-verdiana a nível internacional, ela já levou a cultura dos cabo-verdianos para a África, Europa, Ásia e América.

A música cabo-verdiana vive-se na melodia, os estrangeiros mesmo sem compreender a letra são amantes da melodia e dos batimentos.A Morna, coladeira, funaná, batuque e o finaçon são os géneros musicais tradicionais mais difundidos do riquíssimo património musical de Cabo Verde. 

Artesanato

 

O artesanato tem grande importância na cultura cabo-verdiana. A tecelagem e a cerâmica são artes muito apreciadas no país. Produzido quer para utensílio, quer para decoração, o artesanato do Cabo Verde é muito singular e é verdadeiro instrumento de expressão da cultura popular.  

Hoje em dia, ele é igualmente atração para os turistas, constituindo seu fabrico e comercialização o único meio de subsistência para algumas famílias.”

Língua

A língua oficial é o português, usada nas escolas, na administração pública, na imprensa e nas publicações. A língua nacional de Cabo Verde, a língua do povo, é o crioulo cabo-verdiano (criol, kriolu).   Cabo Verde é formado por dez ilhas e cada uma tem um crioulo diferente.

O crioulo está oficialmente em processo de normalização (criação duma norma) e discute-se a sua adopção como segunda língua oficial, ao lado do português. 

Literatura

 

A cultura cabo-verdiana tem o seu coração a pulsar na poesia, espelhada nas mornas, nas histórias de sabor popular e nas novelas... a sua alma gira em torno da ‘sodade’, termo que deriva da palavra portuguesa ‘saudade’.

O primeiro movimento poético cabo-verdiano eclodiu em 1890, não reflectindo ainda, propriamente, sobre a identidade cabo-verdiana, mas como estrita derivação do gosto português.  

O movimento nasceu em São Nicolau, à época o centro intelectual de Cabo Verde. Este período, dito clássico, durou até 1930. O compositor e poeta Eugênio Tavares, que recriou e popularizou a morna, introduzindo as letras da música em crioulo, foi um dos ilustres representantes desta corrente literária. Em 1936 um novo movimento literário veio substitui-lo.  

Estava centrado na revista literária ‘Claridade’ e tinha como ponto de referência a cultura Crioula e as condições de vida da população. Baltazar Lopes, Jorge Barbosa e Manuel Lopes, três nomes fundamentais da literatura das ilhas, introduziram um novo estilo no labor poético, reflectindo sobre o paradoxo que sempre atormentou o cabo-verdiano e que consiste no desejo de sair quando é forçado a ficar e no desejo de ficar quando é obrigado a partir... 

Religião

 

Os cabo-verdianos são de maioria Católica Romana (mais de 90%). Outras denominações cristãs também estão implantadas em Cabo Verde, com destaque para os protestantes da Igreja do Nazareno e da Igreja Adventista do Sétimo Dia, assim como a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mormons), a Congregação Cristã em Cabo Verde, Assembleia de Deus, Testemunhas de Jeová e outros grupos religiosos.  

Há pequenas minorias muçulmanas e da Fé Bahá’í. A Igreja Universal do Reino de Deus também tem seguidores em Cabo Verde. A liberdade de religião é garantida pela Constituição e respeitada pelo governo. Há boas relações entre as diversas confissões religiosas. 

Economia

 

Desde 1975 que Cabo Verde apresenta índices de crescimento económico muito elevados, estimando-se actualmente que o rendimento médio/anual per capita se situe nos US$ 2.000 e a inflação se fique pelos 1,5% anuais.  

A estabilidade política, o investimento na Educação e as receitas dos emigrantes são as principais razões deste êxito. Cabo Verde foi desde sempre uma terra de emigrantes, gozando por isso da entrada de divisas enviadas pelos seus filhos que, apesar de fisicamente ausentes, mantêm a alma e o sonho na sua terra natal.   Actualmente Cabo Verde está cotado com o quarto melhor índice de qualidade de vida dos países africanos.

O sector primário (agricultura) ocupa 80% da força de trabalho, satisfazendo apenas 15% das necessidades, o que demonstra a forte dependência da economia do arquipélago das importações.

Estas provêm maioritariamente de países europeus, com destaque para Portugal. A pesca, ainda pouco desenvolvida, tem condições para se transformar numa actividade produtiva de grande importância, não só ao nível das capturas, como também das indústrias derivadas.   Mas o motor do desenvolvimento económico cabo-verdiano é o turismo, cujo crescimento, nos últimos anos, tem sido notável; de 19 mil turistas em 1991 passou para 335 mil em 2009.

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