A ilha que respira fogo

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O Fogo, nome de ilha e vulcão, eleva-se abruptamente do mar por acção de poderosos movimentos telúricos que ainda não cessaram.

O território é muito mais do que esse extraordinário e mítico cone de lava escura matizada por grande variedade de cores oferecidas pela Natureza.

O Fogo é vida, história, um prodígio de criatividade e sobrevivência de uma comunidade com profunda essência humana e cultural. S. Filipe foi o baptismo inicial da ilha quando o navegador Diogo Gomes ali tocou, em 1460.

marco rocha

@Marcos Rocha

 

O nome original resistiu por pouco tempo, tal foi a impressão causada pela montanha e pelos movimentos nas entranhas da terra. A ilha passou a designar-se Fogo; e S. Filipe ficou como nome da capital – o segundo agregado populacional a formar-se em Cabo Verde.

A cultura do algodão atraiu os primeiros colonizadores, nos finais do século XV, promovendo estes as vagas iniciais de importação de escravos.

A cultura do café também encorajou o desenvolvimento da ilha, tal como um arbusto designado purgueira, usado para fazer óleo e sabão. A miscigenação humana e cultural marcou de modo inconfundível o Fogo.

A bela cidade de S. Filipe é o símbolo da diversidade cultural, montra de uma bem preservada arquitectura colonial integrada no modo de vida africano. A imagem do Pico do Fogo domina a ilha com magnetismo.

É como se todos os caminhos fossem dar à Chã das Caldeiras, aldeia isolada do mundo na imensa cratera do vulcão, envolvida pelo negro da lafite. Videiras rompem heroicamente a lava e produzem as uvas que dão o vinho Manecom, sabor raro que Cabo Verde oferece ao mundo.

Caminhantes podem aventurar-se a até ao topo do vulcão, jornada que se prolonga por quatro horas. Surpreendente é também a Floresta do Monte Velho, onde as acácias convivem com eucaliptos e jacarandás, rompendo a paisagem agreste.

stefan

@Stefan

O Fogo é um paraíso, proporcionando a exploração de grutas e maravilhosas fontes de águas subterrâneas.

Desbravar este território misterioso deverá depois alongar-se às salinas em S. Jorge, cercadas por invulgares rochas e cavernas; às Covas dos Mosteiros, crateras exemplarmente cultivadas; e também às praias que cercam o território, negras de breu porque a lafite tomou o lugar das areias, batidas por um mar que exige respeito.

A descoberta da ilha aconselha alimento forte, sendo o Manecon indispensável para acompanhar e o café biológico da ilha o remate adequado, retemperando energias e deixando-nos invadir pela nostalgia da nossa partida.

src: Rabidanti

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